Battlestar Galactica 2x11x12: Resurrection Ship (Parts 1 and 2)

17.1.10



Como eu sempre digo, se o episódio é duplo, só pode dar em coisa boa. Dessa vez, a épica batalha que destruiu a nave onde os Cylons mantinham suas cópias adormecidas, à espera de receber a ‘alma’ de seus originais mortos, agitou o episódio e mostrou mais uma vez os bastidores do poder.


A situação é mais complicada do que parece, já que Adama e Cain estão numa guerra pessoal. A presidente Roslin sequer tem saúde para resolver o impasse, mas o objetivo em comum – atingir o inimigo – os coloca do mesmo lado.

Paralelamente, porém, cada qual planeja seu atentado para destruir o outro. Ambos escolhem o mesmo momento e pessoas de confiança para executar o plano. Na Pegasus, é Starbuck quem deve ter sangue frio para matar a Almirante. Na Galactica, o XO de Cain sua frio antes de seguir as ordens.

Com a vitória dos humanos, o momento da decisão chega, mas nenhum dos dois age. A Almirante Cain acaba mostrando que não é apenas uma máquina de matar e tira essa morte dos ombros de seu Coronel. Starbuck é outra que escapa de virar assassina e de ser assassinada, já que Lee resolve nos mostrar toda sua paunocuzice elevada à décima potência e agora tem ganas de morrer. Pois é. Nosso estandarte da justiça e da democracia cumpre a missão, mas fica abalado demais ao saber os planos do papai. A decepção é tanta que ele prefere morrer no espaço a cobrir a retaguarda de Starbuck.

Enquanto isso, Helo e Chief têm a sentença adiada, mas enfrentam a fúria de alguns tripulantes da Pegasus e são salvos da morte por questão de instantes. Tyrol resolve seguir em frente e esquecer Sharon e Helo, ao que parece, vai enfrentar todas as dificuldades de se amar um Cylon.

Quem também vai enfrentar a situação é Gaius Baltar. Muito tocado com a situação de Number Sex na cela da Pegasus ele faz declaração de amor, promete proteção e facilita a fuga de sua amada da cela. Fiquei com a impressão de que a Number Sex imaginária não vai mais aparecer ou deve criar conflitos entre si mesma e seu outro eu, já que as duas cópias têm visões de mundo diferentes.

Por tudo isso, Gaius não consegue matá-la e acaba deixando-a livre para a vingança, que cai como uma luva. A vítima não poderia ser outra: Almirante Cain. Sua morte é uma benção para a frota e especialmente, Adama. No final das contas o Comandante não teve de sujar as mãos de sangue e ainda levou uma promoção de brinde, com direito a selinho em Laura Roslin, para que esse problema de poder, não se repita futuramente.

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