Political Animals Part 1: Pilot

domingo, julho 22, 2012


Never call a bitch a bitch!

Não conhecia a série, e nem sabia de sua existência, até ouvir os burburinhos no facebook e em outras redes sociais sobre a série que estreara num domingo, mais do que especial para os fãs de séries PNC, porque se iniciou também a temporada final da tão comentada e maravilhosa, diga-se de passagem, Breaking Bad. 

Mas, como o título da série chamou a atenção, isso felizmente, pois nada mais interessante para um fã de carteirinha de um bom PNC, como eu, do que o tema político e para isso estou aqui para destrinchar os meandros dessa delicinha que estreou no último domingo.

Uma das coisas que me fez quase desistir de assistir foi pela rede que a transmite, USA Network, mais conhecida por suas séries “céu azul” como dizem por aí, como exemplos temos Burn Notice, White Collar, Covert Affairs, entre outras.

Não que isso desmereça, já que são boas séries, mas não acredito que o plot da série teria uma boa aplicação nesse tipo de contexto.

E a USA foi além, tentando implantar mais complexidade as tramas, e sim, estou falando das cenas de sexo, praticamente explícitos, que fogem ao conceito do canal, mas fica claro que ainda há muito para ser melhorado pelo menos neste quesito.

Para quem tem o mínimo de conhecimento político americano conseguiu notar que a série teve como base de início, e possível de mais uso, os Clintons, mas os personagens conseguiram apresentar um bom conteúdo que os fez se estabelecerem por conta própria.

Foi interessante ver como os personagens se desenvolveram em apenas um episódio, acho que foram estabelecidas várias imagens dos personagens, o que se fez necessário tendo em vista que se trata de uma minissérie com apenas seis episódios.

Elaine Barrish, Sigourney Weaver, no papel da mulher traída que permaneceu ao lado do marido, mesmo após as traições dele, conseguiu passar tudo o que imaginamos que poderia estar passando pela cabeça de Hillary quando ela passou pela situação, e mais do que isso, talvez tenha sido uma versão com cortes do acontecido.

Ainda que seja tudo parte de especulações não podemos deixar de imaginar o que acontecia nos bastidores da época.

E como Hillary, ela acabou como Secretária de Estado, mesmo que tenha dito que não aceitaria o cargo.


Mas, fora os “baseados em fatos reais”, assistimos a uma história forte que deu a Political Animals antes mesmo de sua estreia o prêmio de “a estreia mais empolgante” no Critics Choice Television Awards 2012, isso merecidamente.

Uma das coisas mais bem colocadas na série são as pontas soltas que você acaba tendo que notar nas falas dos personagens, para que aos poucos elas vão se atando, como por exemplo, no começo vemos que Bun Hammond, Ciáran Hinds, não queria dar apoio ao outro candidato, mas vemos que Elaine apoiou o senador Garcetti (Adrian Pasdar), talvez um dos motivos que fizeram como os dois não se falassem por tanto tempo.

Por que Political Animals mostra realmente a face os políticos que usam uns aos outros em quem mais for necessário, mesmo que custe a vida de alguns inocentes.

Sem contar que a imprensa politica americana não deixa nada passar, mesmo que possa destruir a vida de alguém como TJ , Sebastian Stan, que apesar de sua fachada que mostra alguém forte, na realidade é bem instável, principalmente por seus problemas com drogas.

Em oposto disso, temos outro filho de Elaine e Bun, Douglas Hammond (James Wolk) que é braço direito da Secretária de Estado e como tal vive preso ao bem prazer da mãe e, muitas vezes mais da própria família do que de sua própria vida. E talvez deixando alguns detalhes de sua noiva passarem em branco.

E como não comentar a participações especialíssimas de Carla Gugina como Susan Berg, como a jornalista com a carreira já em decadência, mas que ainda tenta manter certa decência em suas matérias; e é claro, a de Ellen Burstyn como Margaret Barrish, mãe de Elaine, e que vive sempre com o copo cheio e a boca cheia de veneno para destilar.

Só não posso deixar comentar alguns detalhes sórdidos desse piloto:

· Sigourney Weaver deve realmente ter #DATASS! Pelo menos eles realmente quiseram deixar isso bem claro.

· Só realmente na TV para vermos um garoto de programa dizendo que sempre quis pegar o cara totalmente NoSense! Para não dizer brochante!

· E quem duvidava que a história vazaria logo, hein?

Infelizmente a série se resumirá em seis episódios, mas vamos aproveitar o máximo das canalhices e nesse domingo temos mais um episódio.

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1 comentários

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