S.A.D. 102 | Mães e Pais de Pets

29.1.20


Juntamos os criadores de doguineos e gatineos mais babões de que já se teve notícia, para abrir o coração sobre suas fofuras peludinhas. Entre assuntos difíceis como criação dentro ou fora de casa, castração e a inevitável tristeza de quando somos deixados pelos bichinhos, tentamos manter o astral lá em cima contando como nossos bichinhos chegaram, seus hábitos mais peculiares e histórias engraçadas. E lembre-se: estamos esperando os relatos do público para a continuação.



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Participantes
Aler 'Lexie' Barbieri, mãe da Mia e da Luna
Amanda 'Nudes' Aguiar, mãe do Lorca e do José Cláudio 
Erika 'Troll' Ribeiro, mãe do Majin Chandler
Leo 'InstaBeard' Oliveira, pai da Caramelo Pond
Luciano 'Nadark Room' Maia, pai do Nick José, da Jabota e da Mafalda
Aparições Especiais

Trilha Sonora
Neon Trees - Animal
Os Saltimbancos - História De Uma Gata
As Paquitas - Eu Não Largo o Osso
Ricardo Chaves - É o Bicho
Queen - You're My Best Friend

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18 comentários

  1. eu na academia hj de manhã me segurando pra não chorar com a historia da chegada e da viagem de Nick
    tadinho do bichinho
    agora to emocionado cá historia da caramelo
    socorro, só gatilhos esse episodio

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    1. Caomaaa!!! Nenhum animal foi ferido durante a gravação <3

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  2. Olá doutores, parabéns pelo belo programa! que coisa linda foi ouvir um pouco da relação de vocês com os pets <3.
    Inspirado por elas venho lhes contar a história de três gatinhos que de certa forma acompanharam a minha transição da adolescência até a vida adulta. Curiosamente na data da publicação desse podcast estou fazendo 22 anos rs. Mas os protagonistas hoje são os bichinhos e não eu, sem delongas vamos a eles:
    Parte I- Pitico, vulgo gato de bigodes.

    2013, e primeiro gatinho que tivemos que realmente me apeguei(pq tivemos anteriores, que eu não era apegado), era o Pitico, que meu pai encontrou na calçada de casa, numa noite bem chuvosa quando chegava da faculdade. Era bem pequeno, estava sujo, e futuramente descobrimos que ele não era de fato o gato com melhores hábitos de higiene. Mas o que distinguia o Pitico era sua marca de nascença. uma mancha preta que parecia um bigode como o do ditador alemão lá.
    Pitico era um espirito de porco, no bom sentido, comeria qualquer coisa que desse a ele, sua dieta certa vez incluiu Cupcakes que minha mãe fazia na época. Até hoje não sei o que aquele gatinho exótico viu em mim, mas era capaz de passar horas no meu colo. Foi a primeira demonstração do puro amor de pet. Porém como tudo na vida, a do pitico, talvez por seus hábitos duvidosos, foi breve. No fim de 2015 ele adoeceu, eu estava terminando o ensino médio. Um momento de carinho que guardo dele, tem relação direta com o S.A, quando saiu o Salzinho 50(Saindo do Armário), eu ouvi ainda na madrugada, do meu lado estava Pitico, já bem debilitado, deitado na sua gavetinha. Lembro que ri bastante aquele dia graças ao episódio em meio aos carinhos no gatinho. Ainda hoje tenho carinho por esse episódio por conta daquele momento.
    Pitico cumpriu sua missão e partiu no começo de 2016. As coisas melhoraram pois alguns dias antes, chegou o Floquinho, uma bolinha de pelos brancos que seria meu gato favorito dali em diante. Dele falo na segunda parte desse comentário gigante eu sei rs.

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    1. Obrigada por contar sobre o Pitico 🙏🏽 e parabéns Matheus!! 🥳

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  3. Parte II Floquinho a bola de pelos brancos
    Floquinho era o filho único da gata Russa, que "Ganhamos" quando o pai da minha sobrinha resolveu deixar no nosso portão, um abuso claro, mas só soubemos meses depois que tinha sido ele rs.
    Mas voltando ao Floquinho, sua história é uma aventura desde o nascimento, a gata Russa era "adolescente" quando deu cria, por isso não tinha um corpo preparado para o parto, que teve de ser num veterinário, pela quantia módica de 1000 reais. Floquinho meu pai costumava dizer que foi um gato caro então tinha que durar. Ele era bem mais sistemático e fresco em relação ao anterior, comia apenas ração, aceitava apenas água fresca e gostava de ter a própria caixa de areia, pois não era de se misturar com os demais felinos. Seus hábitos condiziam com a alcunha de "Gato Caro" que recebera.
    Em 2016 eu entrei na faculdade, e a bolinha de pelos branca, vulgo gato caro acompanhou apenas a primeira metade, pois adoeceu em 2018 e também nos deixou. Floquinho cumpriu sua missão e deixou a Capuccino o cargo de meu gato favorito. Mas falarei dele na terceira parte desse comentário que eu sei está gigante rs.

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  4. Parte III Capuccino the cat.
    Chegamos na parte derradeira, e pra falar do Capuccino tenho que fazer um parêntese e falar também de seus três irmãos, Johnny, era de longe o mais carinhoso da ninhada de Branca, a gata da vizinha que por no reasons, resolveu fazer seu ninho na nossa casa. Mas voltando a Johnny, literalmente foi o gato mais manhoso que conheci, era encostar nele que ele se jogava no chão e achava que devia receber carinhos, independente da hora que fosse, ou se tivéssemos encostado nele só por acidente. Ele nos deixou devido a um mau procedimento na sua castração, infelizmente.
    Seu irmão biscoito era um gato que não encontrou a própria identidade, não era muito carinhoso, nem muito fresco, era de fato regular. Isso mudou pois quando Johnny morreu, ele passou a emular a personalidade do irmão, de papel que cumpriu com maestria. Passei a chamá-lo carinhosamente de Carinhosinho Fake rs. Um dia o fake resolveu ganhar o mundo, saiu pela porta e nunca mais o encontramos.
    Baunilha a única fêmea e até onde sabemos a que restou do quarteto, leva sua vida de forma bem antissocial, nunca foi de carinho e até rosna quando tentamos interagir com ela. Então não tenho muito a dizer sobre.
    Capuccino, era o menorzinho dos quatro irmãos, ultimo também, a andar, comer, abrir os olhos. Foi magro que só ele durante toda a vida, mas era um gato bem especial, carinhoso sem forçar, não era interesseiro como outros. Foi companheiro após perdermos o Floquinho. Rapidamente se tornou o favorito, meu e dos meus irmãos. Acho que com ele tive a ligação mais bonita de todas, ele era meu favorito, e todos sabiam que eu era o favorito dele.
    Eu chegava a noite da faculdade, e passava a próxima hora, brincando com ele, fazendo carinho, conversando sobre tudo e todas as coisas. Muitas noites, Capuccino ficou acordado comigo, fosse por insônia ou mais recentemente nas madrugadas em que escrevi o TCC. Ele sempre estava lá, para sua sessão de carinho todas as noites.
    No final de 2019, descobrimos que ele também adoeceu, Leucemia Felina, apesar de magro toda vida ele suportou forte a doença. Eu conversava com ele, cara você nem parece doente, come bebe sua água, vai ao banheiro normal, você vai ver vai ser o gato que vai me ver terminar esse TCC. Ele cumpriu nosso combinado, e partiu agora em Janeiro de 2020.
    Não ter Pitico, Floquinho e Capuccino em casa é chato e bastante triste, mas partir faz parte da jornada de todos nós donos e pets. Em todo caso fica sendo essa minha homenagem a esses três gatinhos especiais. Desculpe a longa história, mas espero que gostem. Beijos a todos. <3

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    1. Nhoin... que historinhas mais bulitinhas! Que pena que eles não ficaram muito tempo com vocês... Pelo menos vcs tiveram uma conexão boa e intensa!

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  5. Olá Doutor@s, que lindo esse episódio sobre pets, amei demais e fiquei morrendo de vontade de conhecer os bichinhos de vocês pessoalmente.

    Bom, eu tenho um Pinscher, o Preto. Ele é o chamado “Pinscher Alemão” (redundância: Pinscher é uma raça alemã), ou Pinscher original, uma raça mais antiga, um pouco maior e que esteve envolvida no desenvolvimento de outra raça alemã, o Dobermann.

    Mas talvez o Preto seja somente um cãozinho vira-lata mesmo, e eu amo ele mais do que tudo.

    Uns amigos do meu primo acharam ele na rua, magrinho, faminto e carente. Meu primo, que mora na mesma rua que eu duas casas a frente, ficou com ele e o batizou com o nome Preto, por causa da cor dos pelos e porque o cachorrinho respondia bem ao nome. Uma amiga veterinária dele averiguou o cachorro e disse, na época, que pela dentição ele devia ter entre cinco e seis anos.

    Só que o Preto não gosta de ficar sozinho, então ele escapava e fugia pra minha casa, onde sempre tem gente. Não adiantou nada meu primo buscar ele; qualquer descuido, Preto fugia, era tão magrinho que passava pelas grades dos portões da casa do meu primo e da minha casa.

    E assim se passaram uns quatro meses, até que em janeiro de 2019 eu pedi pro meu primo se podia ficar com o Preto, e ele topou, já que não estava tendo tempo de cuidar do cachorro por causa do trabalho.

    Preto não faz xixi nem cocô dentro de casa. Na verdade, nem mesmo no quintal, e isso se tornou problemático. Vou passear com ele duas vezes ao dia, às 6h30, antes de eu ir trabalhar, e às 19h, depois que o asfalto esfriou. Aí ele faz as necessidades dele, mas o problema é quando chove, já que ele morre de medo de chuva, e não faz xixi nem cocô se não sair. A gente tá tentando acostumar ele a fazer no quintal, mas tá difícil; acho que vou usar a técnica do Vlado e mijar no jornal, inclusive vou cagar no jornal na frente do Preto pra ele ver que tá tudo bem.

    Então é isso, o Preto vive comigo há um ano, mas já tem por aí uns sete anos de idade. Cuida da casa, é ciumento, brincalhão e cheio de amor pra dar.

    Se apossou do sofá e dos nossos corações.

    E, mais do que isso, ele me mudou a ponto de eu esquecer quem eu era antes de conhecer ele.

    Um beijão a tod@s!

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    1. Não sei se comentei no podcast, mas o Nick exige sair de casa pra passear e "atender os chamados da natureza", então não importa se faz sol ou chuva, ele vai querer sair e não se aquieta enquanto a gente não pega a coleira...
      Daí a gente sai com ele na chuva mesmo, fico preocupado de ele pegar resfriado, sei lá, mas é o jeito. Quando chegamos em casa enxugamos ele direitinho, e é isso... Pensamos em comprar uma daquelas capinhas de chuva, mas eu acho que ele não vai gostar... Acho que só teve uma vez que ele me puxou de volta pra casa pq a chuva tava muito forte.

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    2. Pois é, nós e os doguinhos acabamos ficando reféns de um costume que nós humanos damos, não sei se foi o caso do Nick, mas o do Preto, como ele veio pra cá já adulto, ele já era ensinado a não fazer xixi e cocô nem dentro de casa nem no quintal. Eu li que isso não é algo a ensinar pro cachorro justamente por causa de dias onde não dá pra sair. Tô tentando reeducar ele aqui pra fazer pelo menos xixi nos limites do quintal, mas tá difícil ahahahaha

      Se vcs conseguirem vestir o Nick com capa de chuva não esquece de tirar uma foto pra gente ver XD


      um abraço!

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  6. Foi muito dunitinho esse cast. Foi bem feel good e mostrou como animais são importantes pras pessoas.

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    1. Sim! Os animais são muito fadinhas sensatas e arteiras. Merecem só amor

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  7. A vitrine mais fofa em toda a história do SA <3

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  8. Ai meu deus, quanta história fofa em um episódio só.
    Tenho até medo de quando os ouvintes enviarem histórias com pets, vai ser a mesma coisa do de histórias de hospital, os ouvintes do SAD vão dar um jeito de envolver uma situação de sexo na história.

    Achei muito curioso os nomes que são dados para os pets.
    E a Luna indo bater na porta do Vlado? E o Léo pesquisando as cores que os gatos gostam para a caramelo gostar dele?

    Ahhh e menino Vlado, bem vindo à família SAD oficialmente.

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    1. Vlado muito fofo e protetor dos pets e de Aler <3

      E meus gatos vão ter nome de personagens de Friends ate acabar os nomes, na verdade so tem mais um Joey. Pq os outros ou sao chatos e Mônica é muito nome de gente rs

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  9. A gente começa a falar dos nossos bichinhos e esquece de falar dos dos outros também, todas as histórias são muito lindas e fazem parte do que as pessoas são por causa desses companheiros, porém, eu tenho que dizer que meu coração ainda tá cortadinho com a história da Mia, que bom que ela foi salva.

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    1. Engraçado, eu fiquei muito feliz. Pq tem tanto bichinho nas ruas e ela conseguiu um lar.

      Eu não gosto de andar na rua, tbm, pq fico com dô e tenho de sair correndo dos bichos. Me dá muita agonia. Triste demais.

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