Switched At Birth 1x03: Portrait Of My Father

6.7.11


A série mais leve e familiar da summer season.


Switched At Birth nos mostrou um episódio divertido, alegre e emocionante. A série realmente está tratando seus temas de forma correta, sem ficar estereotipando demais, desenvolvendo sem pressa seus personagens.
No geral, a família de Bay ainda não sabe como lidar com a surdez de Daphne. Gostei de finalmente, a filha ruiva ter um pouco de personalidade ao ficar brava com seu pai. Claramente, esse é um pai coruja que também não entende que basquete não é algo tão fácil assim. O pai de Bay também possui problemas em mostrar amor igual às duas filhas. Não sei porque ele continua fazendo isso, ele é um adulto e sabe muito bem como adolescentes se sentem quando são deixados de lado. Eles pintam um quadro.

Não sei de quem eu gosto mais, Bay ou Daphne. As duas possuem ótimas personalidades, mas sinto que gosto mais da bad girl Bay. O romance dela com o sujinho não vai vingar, pois, clichê aqui, eles são de mundos diferentes. O mesmo pode ser dito sobre Daph e seu jogador de futebol. Não sei de onde ela tirou a idéia que esse affair iria para frente.

Tivemos uma ótima participação de Marlee Matlin, que é provavelmente a surda mais conhecida do mundo. Já fez diversos filmes, é filantrópica, ganhou o The Celebrity Apprentice desse ano. E ainda está na série que tem tudo a ver com ela. Tomara que apareça mais, e tomara também que coloque algum fogo entre Kathryn e John. Os dois deram certo, seria legal se acontecesse algum romance.

No geral, foi um episódio bonitinho. A série continua fazendo o que está destinada a fazer: ser uma ótima série para toda a família assistir juntos. Não há nenhum vilão na história, já que ninguém está fazendo mal para ninguém, e estão tentando lidar com a situação de formas diferentes.

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