NCIS 9x03/04 - The Penelope Papers / Enemy on the Hill

sábado, dezembro 10, 2011



Rule #3:  Don't believe what you're told. Double check.(Frank) 



Comparar episódios de NCIS é algo muito complicado, até mesmo, pois os episódios têm sempre mantido um nível bem elevado de qualidade, o que é o caso de ambos "The Penelope Papers" e "Enemy on the Hill".

NCIS pode ser rotulado como uma série de "procedimentos", mas eu sei que não estou sozinho ao dizer o que realmente faz com que funcione são os personagens. O enredo é quase sempre soberbamente escrito, mas apenas os nossos agentes favoritos sabem vendê-lo.

O episódio anterior se encaixava perfeitamente com alguns dos conflitos internos de DiNozzo, já esta semana apresentou um caso ainda mais diretamente ligado ao McGee - sua avó se envolveu pessoalmente - o que foi maravilhoso. 

"The Penelope Papers" eram documentos secretos que um oficial da Marinha tentou divulgar na imprensa para desmascarar um projeto militar ultrassecreto. E o cúmplice dele? 

Ninguém menos que Penélope Langston, a incrível Lily Tomlin (Deborah Fiderer, The West Wing), um personagem que teria sido um deleite em seu próprio mérito, mas cujo valor de entretenimento aumentou por causa de seu relacionamento com Tim. As cenas dos dois estavam magnificas, especialmente no final. 

Assistindo Penny pedir a Tim que ele ligue para seu pai, e ele fazê-lo (7 anos que não se falavam). O que acham que eles conversaram? 

No que diz respeito ao encontro de Penny, eu tenho certeza muitos dos cerca de 20 milhões de espectadores estavam sorrindo de orelha a orelha quando Ducky chegou para acompanhá-la. 

Através de Penny, aprendemos um pouco sobre as questões de McGee com seu pai autoritário, que sempre o fez se sentir inadequado enquanto ele crescia. 

Tudo isso fez mistério da noite em torno de segredo militar e suas larvas robóticas – muita imaginação aqui – parecerem secundários, mas foi certamente intrigante também. 

Como pode não ter despertado seu interesse, quando o tenente da Marinha Paul Booth é morto a tiros, enquanto falava com uma mulher pelo telefone que mais tarde revelou-se ser Penny, com queimaduras nos dedos e cartão antigo de McGee em sua jaqueta. 

McGee não tinha a menor ideia de como Booth tinha seu cartão antigo, com a foto de quando estava 15 quilos mais gordo, e em seguida, rasteando a chamada, ficou 10 vezes mais confuso. 

Ser apresentado a Penny, pela primeira vez foi ótimo, porque sabíamos do pai tirano dele, porém seu espírito livre era a avó ativista, o completo oposto.

Em 1968, Penny trabalhou para Telles, um projeto militar secreto, desenvolvido pela The Annex Principle, que procurou essencialmente armar a natureza, mudando as regras do jogo e até mesmo a vida como conhecemos. Sua lagarta híbrida foi pouco efetiva, apesar disso Penny havia tentado divulgar o projeto em 1973, quando a Guerra do Vietnã terminou deu-se fim ao projeto.

Por alguma razão, o projeto está de volta, e Booth entrou em contato com Penny, uma das analistas sobrevivente do projeto original, e eles planejaram para expô-lo à imprensa. O assassino não foi o chefe imediato de Booth, como fomos levados a acreditar, mas o diretor presumido morto do Annex, que saiu da toca para se certificar de sua criação funcione! 

McGee e Gibbs salvam o dia antes que o assassino consiga silenciar Penny. Conseguindo acabar com o projeto, em consequência. 

Entre o The Annex Principle, o campo secreto de CIA que gerou o assassino P2P e a conspiração do Phanton Eight, NCIS está, definitivamente, explorando o lado ultrassecreto das agências americanas. 

No geral, "The Papers Penelope" foi um episódio tipicamente forte apresentando Tomlin no seu melhor, com uma assistência agradável de Sean Murray (e Mark Harmon é claro), um caso de assassinato bem detalhado e muitos de sorrisos.

Observações do episódio: 

  • Citação da noite: "Basta dar a ela o que ela quer." - Gibbs. "Não tenho menor ideia do que é." - Palmer. "Bem-vindo ao resto de sua vida, Jimbo". - Gibbs.
  • Melhor da Abby: Abby pedindo para Gibbs perguntar o que ela encontrou, seguidamente, e respondendo à sua própria pergunta, antes que pudesse sequer perguntar.
  • Vocês acham que Genghis Khan teria medo de Gibbs?
  •  Não é sempre hilário ver Palmer fazer/falar merda na cena do crime e receber o olhar gélido de Gibbs?


DiNozzo fazendo suas palhaçadas traz uma melhor investigação. Mas, é melhor ele diminuir a cafeína para o seu bem, mesmo estando mais “ligado” do que o habitual não impediu a sua capacidade de desvendar o caso. McGee estava por toda parte, enquanto Ziva se aproximou de alguém e Gibbs, mais uma vez, serviu de líder, agora mais do que nunca. 

Mais significativamente, Abby fez uma descoberta que abalou o mundo dela. 

O fato de que Abby doaria um rim - não sangue, não medula óssea, mas um rim - a um desconhecido apenas para a pura bondade de alguma forma não me surpreendeu. 

Ok, ela fez, mas se eu tivesse que escolher um personagem de televisão que poderia convincentemente pensar em tal ideia, Abby Scuito estaria no topo da lista.
As consequências de tal decisão, como o risco de qualquer cirurgia de grande porte e o longo tempo de recuperação, seria, no mínimo, preocupante. Mas para o que ela não estava preparada foi o resultado chocante. 

Como ela poderia saber? 

Alguém que também era um correspondente exato havia se candidatado a doador e também estava fazendo por pura bondade – Abbs percebeu o impossível, eles eram parentes. 

Entre sua semelhança facial e a atuação dos atores, aquela cena foi ao mesmo tempo maravilhosa em que ele é, obviamente, exatamente o tipo de humano incrível que só poderia ser o irmão de Abby, e triste no sentido de que ele só levou a mais perguntas sem respostas. 

Foi então que ela percebeu. Seus pais nunca deram uma criança para adoção, mas... 

Outra pessoa sim. Seus pais biológicos. Lidar que ela foi adotada – confirmado por um teste de DNA no cabelo de sua mãe – foi, compreensivelmente, perturbador para Abby. Mas, lá para tranquilizá-la e lembrá-la do verdadeiro significado da família estava seu porto seguro, e sua figura paterna, Gibbs. 

Não importa o que, ela tem Gibbs e a equipe NCIS. 

Este episódio foi o terceiro seguido com tema relacionado com um personagem trazendo um assunto difícil de um personagem à tona. Todos muito bem feitos, deixando o caso da semana como secundário.

Dito isso, o mistério em “Enemy on the Hill”, foi bom, tendo em vista que o assassino morreu no primeiro minuto de episódio o que foi bem estranho. 

Em vez da caçada ao assassino, a equipe (juntamente com o Det. Sportelli) estavam tentando achar o mandante do assassinato que tinha como alvo o tenente-comandante Geoffrey Brett.
Brett era influente em contratos governamentais no exterior - um fato que desempenha um papel em suas ações mais tarde, mas não foi por isso que queria ele morto. 

Sua contadora, Drew Turner, transferia dinheiro para uma conta sob o nome de George Kaplan, que pagou 25 mil dólares para o assassinato de Brett. Único problema é que Kaplan não existia... Ele foi criado por Brett e Turner. 

Acontece que a atraente contadora usava a conta de Kaplan para ajudar Brett a receber propinas de empresas que ele ajudava para ganhar os contratos com o governo. Turner queria Brett morto, para utilizar dinheiro para saldar suas dívidas. Brett descobriu que ela ordenou que o assassinato, com seu próprio dinheiro, e espancou-a, assim a matando em sua casa.
Um pouco difícil de acreditar, às vezes, mas certamente o suficiente para manter você imaginando. Da maneira como ele agia com Ziva (isso quando ele não estava flertando com ela, claro), parecia que algo estava seriamente errado com aquele cara. 

Mas quem ia saber? 

Claramente, o restante do episódio foi tomado por Abby, que merece o crédito por ter roubado todas as cenas nesse episódio que foi muito bom no geral.

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