NCIS 9x05: Safe Harbor

quarta-feira, dezembro 14, 2011


Quem seria a mulher perfeita para Leroy Jethro Gibbs?


Muito do NCIS neste quinto episódio foi divertidamente dedicado a este tema, com a equipe motivada por dois fatores. Primeiro, eles acreditam que Gibbs está solitário e eles gostam muito de seu chefe, isso é evidente. Mas eles também não estão nada felizes com as horas de trabalho absurdas e sentem que ele precisa de algo para ocupar seu tempo, mais especificamente alguém.

Com Tony na chefia do comitê de busca (obviamente), esse enredo foi introduzido durante os créditos de abertura de "Safe Harbor", junto com um caso que deu NCIS e CGIS jurisdição em conjunto.

É sempre divertido ver a interação da “Gibbs da guarda costeira”, aka Abby Borin (Diane Neal – Law & Order: SVU), com a equipe, que era obviamente uma candidata de primeira linha para Gibbs, pelo menos era o que DiNozzo achava. Já ela não achou nada legal à ideia, de acordo com ela eles são muito parecidos.

Mas não é essa a ideia?

Gostei que Borin resolveu ajudar nas duas missões, tanto na oficial quanto na extraoficial na busca de uma namorada para Gibbs, até mesmo oferecendo seus contatos para que DiNozzo, Ziva e McGee escolhessem alguém para ele.

E não é que eles acabaram encontrando uma mulher perfeita para Gibbs, mas ela já a tinha encontrado, namorado e até reconhecido que ela era perfeita.

O problema? Não há nada mais chato do que perfeição – de acordo com Gibbs, pelo menos.

A conclusão dessa missão, que foi na cena final de Gibbs com Ziva, dele respondendo às preocupações da equipe relativa à sua solidão, ele disse que não se pode ficar sozinho quando se tem filhos.

Até hoje na série vimos que Gibbs trata todos seus agente como membros de sua família, sem distinção, mas nunca tão abertamente.

Suas "crianças" estão crescendo diante de seus olhos, e como qualquer bom pai ou figura paterna, ele está deixando que eles tomem as rédeas mais e mais, enquanto continua a ser a espinha dorsal onde ela possam se apoiar.

Acho que teria sido estranho para ele, se Tony ou Tim tivessem marcado um encontro às escuras ou algo assim para ele. Pois Gibbs tem suas regras e, provavelmente, tem restrições sobre encontro às escuras.

Gibbs é um homem, puro e simplesmente. Sua definição de felicidade é apenas diferente da maioria. Se ele diz que não está solitário, é provavelmente verdade...

O caso da semana faz com que Ziva conecte-se com uma mulher de uma forma muito diferente. Através de Miriam (Shohreh Aghdashloo), esposa e mãe dos refugiados libaneses a bordo do navio abandonado, temos um vislumbre da mãe que nossa agente especial sempre desejou.

Miriam interpreta uma personagem fantástica, reforçado pelo fato de que seu comportamento obscuro, mas que só estava tentando proteger sua família. O resto deles tinha outras ideias. Quando a NCIS soube que o pai, Farid, estava ligado a um bombardeio em 1984 no Líbano, desconfiaram que algo estava errado. Em seguida, por pouco pararam seu filho, o jovem que pretendia explodir o navio e metade da base naval de Norfolk.

Outro componente interessante para a investigação foi o papel de SecNav Clay Jarvis. O episódio teria fluído muito bem sem ele, mas NCIS é claramente parte de algo maior.
Seguindo a trama importante da season première, vimos as táticas de Jarvis sendo abertamente questionadas por Vance esta semana.

No geral, mais um episódio de qualidade com muitas gargalhadas e momentos para fazer você parar e pensar, também.

Alguns pensamentos e observações:

  •  A reação de Vance quando chega bem na hora do fiasco de Tony e suas calças – impagável. 

  •  Abby não para nunca, ou até eles desvendarem o caso. 

  • Segunda semana seguida sem Palmer. #voltaPalmer

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