NCIS 9x07: Devil's Triangle

domingo, dezembro 18, 2011


Nós o chamamos de Gibbs!


Depois de vários episódios centrados nos membros da equipe NCIS, nesse fomos deliciados com um episódio inteiramente em torno do próprio, do único, do inconfundível, Leroy Jethro Gibbs. Ou Leroy, como alguns podem chamá-lo.

Talvez isso seja apenas o que a série precisava um episódio de Gibbs. Eu gostei da maior parte desta temporada, mas ter Mark Harmon como base é sempre bom de ver. Vê-lo conduzir essa disfuncional reunião de família e o “caso da semana” - com o agente do FBI Fornell (Joe Spano) e sua mútua ex Diane (Melinda McGraw) para o passeio - foi engraçado e muito tenso.

Foi excelente do começo ao fim, mas a cena mais comovente, inesperado e emocionalmente veio apenas ao final de "Devil’s Triangle". Quando Diane diz a Gibbs que ele é, e sempre será, a "Shannon" dela, o amor que ela nunca vai conseguir substituir.

Mas ele só "gostava" dela, muito parecido como ela realmente gosta de Tobias e Victor?

É claro que ninguém poderia viver com alguém que tem outro alguém em mente, mas ouvi-lo em tais termos - Diane dizendo que ela ainda o ama, mesmo depois que fez dela um ser humano “antidepressivo” - lhe deixou surpreso, e a mim também.

Estávamos predispostos de não gostar de Diane plea forma como, a ruiva flamejante, foi introduzida, e muitas pessoas ainda provavelmente não gostam, mas todos nós temos falhas e cometemos erros.

Acontece que Gibbs e Diane são iguais, eles estão em busca de alguém para preencher um vazio emocional e deixando outras machucadas no processo. Nunca foi intencional, pelo menos no caso deles.

A relação de Fornell com Gibbs esteve brilhante como sempre, comprovando mais uma vez que ele é um personagem quase perfeito para se repetir periodicamente e misturar-se com a equipe, muito parecido com Abigail Borin (Diane Neal).

Diane sempre será uma ligação entre os dois, se é se pode chamar assim, e enquanto as circunstâncias deste episódio não permitiu a mesma “harmonia”, mas ainda um deleite de se assistir.

Uma das cenas mais engraçadas da noite passada envolveu os dois ex-maridos tentando escapar do interrogatório de Diane... Tony acabou com a batata quente na mão. Michael Weatherly estava demais como o hilário DiNozzo.

A curiosidade de DiNozzo era de se esperar, mas o olhar em seu rosto era muitas vezes a de pura vertigem, como se tivesse mais perguntas do que seu cérebro adolescente poderia processar. De certo modo, ele acrescentou um lado cômico à mistura que Gibbs e Fornell não poderiam, já que eles estavam envolvidos em um caso envolvendo o sequestro do atual marido de Diane, Victor (Tom Gallop).

Foi difícil acreditar que Diane se casaria com esse burocrata depois do nosso herói e seu amigo do FBI (Adorei que eles mesmos brincando se referiram como tal), mas talvez essa era a ideia.

Claramente, seus dois primeiros casamentos não acabaram bem... E agora Victor é sequestrado no drive-thru por um falso funcionário usando-se de tranquilizante. Se houve algum ponto fraco no episódio, eu diria que foi de que Victor parecia quase indiferente sobre um plano terrorista, e ele ter escondido as contas no exterior achei que precisava de mais exploração.

Talvez Gibbs e Fornell só quisessem que a culpa fosse dele para que a Homeland Security lidasse com isso, mas talvez quisessem que Diane se desse mal. Difícil culpá-los em certo sentido... mas para homens de poucas palavras, eles falaram muito.

A investigação, eventualmente, descobriu um vírus sintético letal que os assassinos planejavam usar em um jogo de futebol das Forças Armadas, mas não sobre o estádio inteiro. Seu alvo era a cúpula militar.

 

A poderosa Ziva derruba um dos agressores, enquanto o outro acabou por ser o supervisor de Victor, que em retrospecto era um pouco útil e calmo quando seu subordinado desapareceu mais cedo.

Tudo acabou bem para a equipe e para o marido de Diane, felizmente. Esperemos que ela e Victor retornem para uma vida relativamente feliz, e talvez até mesmo que deem uma passada por NCIS novamente... Só não espere um abraço de Leroy, Vic.

No geral, eu realmente gostei deste episódio, que contou com algumas participações especiais e desmascarado uma nova camada do nosso Gibbs.

Algumas observações:
  •  Pobre Ducky está claramente ainda se recuperando do último capítulo... como seria de esperar. 
  • Que engraçado, assustador e estranho era o gerente do local onde eles armazenam os dados, hein? 
  • Presentão de casamento Gibbs deu para Diane um “Waffle Iron”, para mais informações joga no google. 
  • Timothy McGee = Macaulay Culkin? #Fato 
  • E como era assanhada a assistente de Abby. 
  • Melhor Frase: De Diane para Tony: “Eu poderia dizer por que Leroy casou comigo, mas você tem trabalho a fazer, e não se concentraria o resto do dia, se eu contasse”. #BOOM

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