Blue Bloods 2x10: Whistle Blower

sábado, janeiro 07, 2012


Nada melhor que aquele rato gigante do começo do episódio para sintetizar o que foi esse episódio.

Blue Bloods provou que todos nós vivemos nossas vidas no centro das atenções, quer gostemos ou não.

"Whistle Blower" começou com a nossa vítima de assassinato, Ray Milo, um cara que protegia os trabalhadores de construções, e estava disposto a arriscar seu pescoço para fazê-lo. Infelizmente para ele, o maior rato estava em sua própria casa.

No início a raiva de sua esposa, Jenna não parecia injustificada. Ela havia perdido seu marido e que Erin tinha prometido proteger. Apesar disso, parecia que estava escondendo algo.

Eu tive que rir do veneno na voz dela quando ela chamou seu marido de rato, quando ela era a pessoa que o havia delatado, causando-lhe a morte.

É claro, amei a dinâmica da família Reagan em todo este caso. Frank parou para verificar, o quanto Erin estava se sentindo culpada, e Danny apoiando sua irmã, fazendo seu trabalho e acabando por descobrir quem matou Ray.

A história paralela foi igualmente interessante e tinha uma mensagem que devemos lembrar. Sempre assumir que você está sendo filmado. Câmeras estão em toda parte. Conversas são gravadas. Privacidade é uma coisa do passado.

Como no caso do Oficial Acosta, pois às vezes, o vídeo não mostra toda a história e isso é quando as coisas ficam perigosas. Um vídeo mal-intencionado pode causar certa mentalidade com consequências sérias.

Eu gostei que Frank estava disposto a jogar duro para obter a versão, com os eventos inéditos. O público tem o direito de saber, mas também tem o direito de julgar todas as evidências disponíveis, não apenas uma versão de uma pessoa inclinada.

Melhor ainda foi Frank aprontando com Danny no jantar. São Danny, de fato.

Sim, se você não tem nada a esconder, você não tem nada para se preocupar, mas, honestamente, quantos de nós realmente não temos nada a esconder? Há sempre algo que você gostaria de manter privado. Bem, bem-vindo ao século 21, onde a privacidade é uma coisa do passado

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