Fringe 4x09: Enemy Of My Enemy

sábado, janeiro 21, 2012


“Tudo o que vemos ou parecemos, não passa de um sonho dentro de um sonho.” Edgar Allan Poe.

Começo extremamente PNC com citação, eu sei, mas simplesmente achei que essa frase define muito bem o estado em que Fringe se encontra, fato é que, nós fãs temos nossas teorias e crenças quando ao futuro da série, mas quem realmente pode dizer com certeza de algo? Fringe está com várias e várias perguntas e respostas flutuando ao ar, e a partir deste momento, sinto que ambas estão se juntando e se preparando, o silencio que prenuncia a tempestade, eles dizem, mesmo com os vários acontecimentos dos últimos episódios, simplesmente é impossível negar esse sentimento de que algo grandioso está vindo, o sonho, dentro de um sonho, que quando finalmente se acorda é algo apavorador, o suor, o medo, susto, mas ao mesmo tempo a adrenalina correndo e dizendo que sim, mesmo que algo intenso, não passou de um sonho, e de certa forma, por mais aterrorizante que tenha sido, foi bom.

Nessas metáforas dos sonhos temos Peter, ele está ali, sonhando, andando por um local totalmente desconhecido, porém ele sabe cada passo que deve dar, e todos conhecem essa sensação, de que mesmo que você queira ou não, você vai em uma direção que você não tem ideia do que é, mas sabe que tem que chegar até lá. Junto desse sentimento, vem a grande pergunta, Peter, algum dia, será capaz de voltar para seus universos de origem? Acho que essa é a grande questão, porque como já disse anteriormente, qualquer uma das hipóteses é valida e a resposta, totalmente imprevisível. Peter busca a ajuda que Walternativo, que diz não conseguir trabalhar na maquina, e temos a volta de Orla Brady, que vem fazendo um trabalho brilhante nos últimos episódios! A cena dela com Walter foi belíssima e magica, novamente tivemos uma pequena referencia a “White Tulip” e confesso que meus olhos lacrimejaram ali. Walter então, decide ajudar Peter, para que ele volte a seus universos de origem.

David Robert Jones estava incrível! Amei o personagem totalmente manipulador, sempre um passo a frente, brincando com todos e fazendo o Tio Silvio, jogando aviõezinhos de dinheiro por ai! Assim com ele é trazida novas questões, melhores ainda, afinal, o que ele realmente quer? Seja com Nina Sharp, com os Shape-Shifters, com Olivia? Qual o plano de Mr. Jones com os metais? Sem duvidas isso é o que me deixa mais intrigado e o que realmente me faz pensar que talvez, de alguma forma, Jones será o responsável por fazer com que Peter saiba como salvar os universos A e B...

E novamente volto a falar das interações entre os personagens, D-Lincon e C-Lincon estavam ótimos juntos, adorei cada segundo de C-Lincon e D-Olivia juntos, assim como a cena fofíssima de D-Astrid tentando justificar que não havia percebido os padrões e Peter a acalmando, além da mesma deixando de ser tão robô e soltando o divertidíssimo “cool...” após confirmar que Peter veio de Universos Alternativos. Sem contar que a cada vez mais passo a gostar mais de D-Walternativo, ele conversando com a esposa foi uma cena bem bonitinha, e realmente gostei de ver esse personagem mais humanizado...

O Observador pode ser encontrado atrás do Lincon (ui) na cena em que Mr. Jones incorpora Silvio Santos, e as pessoas começar a se amontoar!


Já o Glyph code da semana foi:

 

“Death”, em português Morte, senti que isso teve algo a ver com Jones, além do fato dele estar morrendo devido as constantes transições, ele matou um shape-shifter que ele “amava” somente para provar um ponto, de que ele pode fazer coisas muito piores. De qualquer forma foi algo meio vago, afinal, morte é um elemento recorrente em Fringe...

 
PS: Para quem fala inglês, aqui fica uma dica de um chat bem legal que eu descobri durante a semana, o pessoal fala de diversas teorias e discutem sobre o futuro da série, é bem legal :D
 

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4 comentários

  1. Eu acho que "Death" é porque a gente ouviu no episódio anterior que a Olivia tinha que morrer e nesse foi quase né? Na cena que o carro cortou no meio...
    Bom, de qualquer maneira, achei esse o melhor episódio de Fringe em bastante tempo, principalmente por causa do John Noble e aquela cena MARAVILHOSA com a esposa do Walternativo. Também lacrimejei, e fiquei com vontade de rever White Tulip :)

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  2. Muito bom o chat.
    Entrei e fiquei conversando horas com uma portuguesa sobre teorias de Fringe. xD

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  3. Que série fantastica, não entendo como não tem audiencia.

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  4. O glyph code da semana se traduz como morte e se há uma morte que vem rondando esta e a temporada anterior é a que se refere a Olivia (independentemente de qual universo ela estiver, eu acho). Ainda permanece nebulosa toda esta questão, já que os acontecimentos principais da série se sobrepõem a este mistério. Os experimentos com cortexiphan em Olivia, a aliança entre Nina Sharp e David Robert Jones, a evolução e proliferação dos shapeshifters, a retomada da máquina do apocalipse pelos Walters e Peter Bishop são os elementos-chave para o restante da temporada.

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