NCIS 9x17: Need to Know

domingo, março 04, 2012


Será que está pintando na área um novo Probie?

Apesar de quanto ter adorado o episódio 200, e a participação especial de Jamie Lee Curtis mostrando que NCIS é muito mais do que uma simples série procedural, e que pode fazer episódios em uma linha diferente, no entanto mantendo sua qualidade, mas foi refrescante para ter o "bom e velho" NCIS, de que tanto gosto, de volta. 

Havia apenas algumas coisas que senti falta nesses últimos episódios, que foi a equipe engajada na resolução do crime, e com muito bom humor, é claro. 

E neste episódio foi simplesmente perfeito, o crime sob a investigação era concomitantemente sério o suficiente para mantê-lo interessado e detestando o (s) bandido(s), mas não tão sério a ponto de que a equipe não tivesse seus momentos engraçados. 

Neste caso, Tony, Ziva e Dorneget. 

O foco da investigação era o traficante internacional de armas Agah Bayar, e principal suspeito na morte de suboficial Wiley, que foi "assassinado por controle remoto", isto é, um sinal de satélite que atingiu o marca-passo do suboficial. 

Mas o caso foi apenas uma ponta deste iceberg criminal. 

Depois de Gibbs ficou sabendo através de Abby que Wiley foi "diagnosticado com um batimento cardíaco lento e morreu de um batimento cardíaco rápido," a equipe foi ao apartamento do rapaz e encontrou dinheiro (muito dinheiro), além de um Rolex que Tony teve o prazer de experimentar, obviamente. 

Agah Bayar parecia cada vez mais suspeito, e Gibbs decidiu ter uma reunião cara a cara com o malandro, mas já com segundas intenções. Além de ameaçar dizendo que iria "derrubá-lo", furtivamente colocou um dispositivo de rastreamento no Aston-Martin dele. 

A coisa mais interessante foi como o caso parecia uma coisa, mas era algo totalmente diferente, pelo menos em síntese. 


O episódio teria sido muito bom em mérito próprio, mas na maior parte do episódio, Gibbs & Co. não sabiam completamente o que eles estavam fazendo. Não porque Bayar é um criminoso inteligente, mas porque o DIA (Defense Intelligence Agency) os manteve no escuro, dizendo a Vance e Gibbs "Vocês tem o que precisam. Se vocês não precisam saber, então não sabem”. 

Isso deve ser inacreditável irritante para uma agência federal, ou seja, ser bloqueada por outra, especialmente quando a NCIS ainda está lutando por respeito. 

A agência é, por normas federais, de investigação, bem pequena e facilmente ignorada. Não é surpreendente que eles estejam abaixo na hierarquia, mas Gibbs realmente não se importa com politicagem. 

Eventualmente, não graças ao DIA, descobrimos que a mulher que acompanhava Bayar era uma agente russa (não uma modelo, desculpe Tony) cujo pai foi da KGB. E que Bayar estava jogando nos dois lados desta vez. 

Gibbs colocou-se na dianteira, quando descobriu que a coisa toda foi uma enganação, e que o DIA estava mediando o acordo entregando falsos segredos de inteligência, e que eles e Bayar estavam trabalhando juntos. 

Desta vez, pelo menos. Acham que ele vai ser alvo da NCIS novamente? Tenho certeza que sim, pois Gibbs não é do tipo que deixa seus alvos saírem impunes. 

Adorei o subterfúgio usado para que a equipe de McGee e Ned Dorneget (Matt Jones) perdessem a agente russa, e ainda sim sem que os prejudicasse, mas se tratando de Gibbs quem sabe, né? 

Pobre Ned. Ele não teve chance no banheiro. 

Dorneget foi demais, em minha opinião. Entre esbarrar nas pessoas, esquecer sua arma, e tentando impressionar Gibbs com o “café” e sua incapacidade de sequer segurar do lado certo a identificação, como não amar o cara? 

Os fãs (eu incluso) têm tendência a ser morno quanto à entrada de qualquer personagem novo em papéis importantes quando já não vemos o suficiente da nossa equipe em algumas semanas, mas senti que não foi esse o caso. 


Mesmo com Dorneget jogado na mistura, todos, mesmo Vance, tiveram cenas memoráveis​​. Gostei quando Vance falou que o excesso de trabalho dele está tomando seu tempo com sua família, e Gibbs encorajando-o atirar férias foi interessante. 

Ziva teve um enredo divertido também, embora eu gostaria de ter visto um trecho do discurso. 


A homossexualidade de Ned foi bem tratada, o tema surgiu com McGee – que tentou se mostrar como “o grande agente sênior”, nomeando as regras e outros enfeites – de uma maneira orgânica, é claro, e Tim foi maravilhosamente compreensivo. 

Se ele não tivesse sido acusado de vacilar por causa da beleza de Baransky, Dorneget, provavelmente, não teria tocado no assunto. Só porque ele é gay, e não quer que isso o defina como um agente ou pessoa, é apenas uma parte de quem ele é. 

Ele tinha pouca escolha além de "sair do armário" naquele momento, e uma vez que fez, ele e Tim poderiam mudar seu foco e seguir em frente, ou seja, a forma de que seriam mortos quando Gibbs descobrisse. Que ele não descobriu. Ainda. 

Tim teve outra razão para “abraçar” a orientação sexual de Dorneget, além de ser apenas um bom rapaz – ele já não tem que se preocupar com ele ter deixado coisas na casa de Abby. 

O olhar de McGee naquela hora foi impagável. 

Paquera sutil de Dorneget sobre Tony? Também muito engraçado. 

E aquela cena no necrotério em que Ducky saiu para “tomar um chá”, hein, foi intenso, Gibbs e Tony uma verdadeira dupla dinâmica. 

Em geral, um episódio excelente do início ao fim, misturando apenas as partes certas de todas as coisas que aprendi a amar sobre a série. Eu espero que nós tenhamos mais disso nessa reta final da temporada.

Antes de finalizar quero dizer que essa semana foi bem complicada e por isso não postei a review antes até mesmo porque gosto de fazer as review com qualidade e não jogadas.

Ah, e, infelizmente, semana que vem não haverá NCIS que volta no dia 20/03 com tudo novo em muitas novidades e já adianto que Jamie Lee Curtis vai voltar nesse próximo episódio, só resta saber se será à favor ou contra a nossa querida equipe e além dela teremos a volta do SECNAV e de Sean Astin (para quem não sabe é o "Rudy" de Senhor dos Anéis).


BRACE YOURSELVES TWO WEEKS WITHOUT NCIS ARE COMIMG!

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3 comentários

  1. Amo NCIS e amo suas reviews, ri muito com esse episódio, aliás me divirto muito mais com NCIS do que com Two and a half man e How I met your mother, as caras que o Tony e o Tim fazem são impagáveis. Espero que a série dure muitos anos ainda.

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  2. Episodio muito bom.Concordo com a Brenda tambem me divirto muito mais com NCIS.E a cena no necrotério foi épica.


    Continue com as reviews!!!!

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  3. Mais um excelente episódio com uma ótima review.

    Amei o episódio o melhor de NCIS em NCIS, amo os personagens e assim como em Leverage os acho maior que a própria história, vc adquiri um laço de afeição com os personagem que todas as cenas e situações rendem mais ficam melhores. Também dou mais risadas em NCIS do que em muita série de comédia.

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