The Voice AU 2x12: The Battles Part 3

domingo, maio 05, 2013


It's Time to Rock!

The Voice Australia retorna para a sua terceira noite de "Battles" e resolve que é finalmente hora de colocar todos os seus rockers para gladiar, e com tanta tensão e visceralidade no ar, não ficamos imunes à todas as consequências que isso trouxe.  Muita intriga, um querendo pisar no dedinho do outro, candidatos achando que estavam sendo prejudicados, intrigas com os "coaches"... Enfim, em uma noite extremamente movimentada, vimos Seal se arrependendo de pareamentos, Rick Martin cobrando mais de seus candidatos e Joel Madden com um dos maiores pepinos da competição na mão... Talento x Atitude.

Mas a noite não foi feita apenas de picuinhas, claro! E como uma boa noite típica do The Voice mais amado por todos nós, teve muito show, incríveis vozes e muito sangue escorrendo no palco, redimindo pelo menos por enquanto a sua segunda noite de "Battles". E nesse cenário, com talentos emergindo à superfície, e candidatos dando a sua vida por uma chance nos "Showdown", a pressão era imensa sobre Delta Goodrem, que era a única treinadora à ainda possuir o poder de "Steal" na segunda noite de gravação. Vimos então muito arrependimento pelo desperdício deles na noite anterior. Sem mais delongas... "The Battles"!


O primeiro duelo da noite era literalmente um "Battlefield" na teoria, mas parece que na prática uma das candidatas não entendeu muito bem a mensagem. Fazendo à politica da boa vizinhança Simone Stacey foi engolida no ringue e não passou nem perto de toda a energia e visceralidade que tínhamos visto em sua "blind audition". Não sei se era nervosismo, ou se ela simplesmente não "pegou" a música... Só sei que do outro lado estava Michelle Martinez, gladiando como uma vencedora, e wonou a "battle' do começo ao fim.


#TEAMJOEL protagonizou a "battle" mais comentada da noite, mais duvidosa e mais pimpada pelos promos, acho que daqui sim deveria ter saído um "steal", mas como os treinadores já tinham feito o favor de gastá-los em coisas como Hannah Darling, tivemos que assistir e aceitar tudo calados. Todos que acompanham aqui, sabem que eu não gostei da "blind" de Chris Sheehy e que achava ele o candidato mais fraco da competição, mas é nas "Battles" e nos ensaios que começamos a conhecer mais dos cantores e suas camadas. E Chris, tinha muitas delas, a que mostrou sem um ótimo produtor e incrível instrumentista, a que brigou com Joel Madden e lutou pelo seu espaço no ringue, e a que detonou ao vivo e se redimiu de toda a sua atitude. Porém, como nem tudo são flores, do outro lado a competição era pesada e Danny Ross também mostrou um puta crescimento como performer, além de ter uma voz superior... E no fim das contas "It's all about The Voice", pelo menos na franquia australiana, e acho que Joel tomou a decisão correta.


Achei a "battle" de Miss Murphy Sione Felila uma das mais fracas da noite. A falta de treinamento correto por parte de Rick Martin, fez todos os seus grandes nomes sucumbirem nessas "battles" e entregarem muito abaixo do esperado. Se os cantores não estão apresentando o que se espera deles, exercícios de motivação devem ser feitos, e vimos os outros "coaches" fazendo milhares deles nessa etapa da competição, mas Rick simplesmente não sabe o que está fazendo ali, além de mandar os seus candidatos se odiarem, e aquela mentora dele então, é um zero á esquerda. No final das contas, apesar de Sione ter ido muito melhor, e Karen não ter entregado nem 25% de seu potencial, o peso de seu favoritismo contou e ela foi salva pelo treinador.


E num dos momentos mais emocionantes da noite vimos novamente uma "battle" de Delta Goodrem subir ao ringue e invadir nossos corações! É incrível, parece que a cantora consegue entrar no mais profundo de seus candidatos, descobrir do que eles são feitos, e retirar o melhor dos mesmos. As escolhas musicais então, não preciso nem comentar. Tem um mês que venho idolatrando esse novo single do Ed Sheeran, e a performance que os rapazes entregaram foi de outro planeta, quando me confrontei com a idéia de que um dos dois iria deixar a competição, me debulhei em lágrimas. Apesar de Mitchell Steele ser o meu favorito, o rapaz foi engolido por uma gripe no dia da apresentação e não conseguiu dar o melhor de si. E do outro lado vimos Ben Goldstein cantando magicamente e levando a rodada.


#TEAMDELTA deu continuidade a noite com uma das melhores performances que vimos na rodada e que foi injustamente cortada. Estrategicamente a cantora escolheu um indie rock para favorecer o seu melhor candidato, mas não qualquer canção, escolheu "Lanterns"! Sério, Delta deve estar com alguma equipe de apoio esse ano para ajudá-la a ganhar a temporada, ou é o fator Ryan Tedder, que todos estão cansados de saber que é um incrível escritor e produtor... E claro, o melhor mentor da temporada. No fim das contas Oscar Chavez foi até melhor do que eu esperava, atingiu ótimas notas, mas foi ofuscado por toda a experiência e maturidade de Tim Morrison, que foi impecável no palco.


Na segunda "battle" feminina de Seal da noite, o cantor só faltava se esconder atrás da cadeira vermelha para não ter que tomar a sua decisão. "You Don't Know Me" é uma das minhas músicas favoritas de tipo, todos os tempos. Creio que todo o timbre classudo das duas cantoras não podia ter caído melhor com a canção, e pelo que eu percebi elas estavam bem empatadas na apresentação. No final, creio que a capacidade de Jac Stone de atingir notas mais altas com mais segurança, foi o peso na decisão do "coache", e depois de muita insistência para que Delta roubasse Lauren Dawes, não teve jeito, a cantora foi eliminada.


E na última "battle" da noite e a única realmente surpreendente do #TEAMRICK em toda a rodada, vimos dois de nossos candidatos favoritos serem pareados e entregarem uma apresentação em proporções épicas, lutando tete-a-tete por um lugar nos "Showdown". Apesar de Simon Meli estar muito mais confortável com a música, e saber muito melhor aonde encaixar todas as firulas e voltinhas, vimos ele ser confrontado por todo o poder da voz de Juliane Di Sisto... Sério! Que vozeirão que essa mulher tem! Não sabia muito bem com o que comparar, mas é tipo a versão de Beyoncé de "Sex On Fire"... Uma voz potente pegando um rock e destruindo! Na minha opinião, a cantora foi melhor e surpreendeu mais. Porém como no time do cantor latino, tudo se trata de levar as cartas marcadas para a próxima fase, e ela acabou rodando.


Antes de acabar, quero que vocês passem o dia remoendo essa foto que achei diretamente do baú de Mitchell Steele, antes dele sofrer toda aquela repaginada e usar apenas regatinhas cavadas para mostrar a sua tatuagem no peito. No mais é isso, ótima noite de "battles", mas nenhum "steal" ainda que necessários, e #TEAMDELTA continua triunfante na frente, nos proporcionando os melhores momentos e as melhores escolhas musicais dessa temporada, Enfim, vamos logo ver como ficaram as equipes.

#TEAMDELTA majestoso, continua dominando a competição, e além de nos proporcionar os momentos mais interessantes dessa terceira noite, ainda garantiu dois de seus principais nomes nos "Showdown": Ben Goldstein e Tim Morrison. Eles se juntam às já favoritas Celia Pavey e Jackie Sannia, e ao outro "rockerman" Rob Edwards, formando a equipe mais sólida e diversa do jogo.

#TEAMSEAL garantiu os dois nomes femininos que eu realmente achei que ele queria ver nos "live" Jac StoneMichelle Martinez, e continua fazendo um ótimo trabalho com a sua equipe, conseguindo tirar água de pedra. Elas se juntam aos já fortemente treinados Shawne Kirke e Alex Gibson, à roubada Hannah Darling, e ao grande nome da equipe Harrison Craig.

#TEAMRICK volta a mostrar força salvando dois dos nomes mais cotados de sua equipe Miss Murphy e Simon Meli, porém como a aprovação de ambos foi muito questionável, o time continua à aparecer aqui na terceira posição, e ainda conta com James Walker, Nick Kingswell, e os fortes nomes de Caterina Torres e Luke Kennedy.

#TEAMJOEL parece não conseguir se recuperar e continua tomando uma má decisão atrás da outra, não teve nenhuma brilhante performance nessas "battles", e é o único à não figurar no top200 do iTunes atualmente. O nome que garantiu o seu espaço essa noite foi Danny Ross, que se junta aos já fortes Michael Paynter e Lyric McFarland. Completando a equipe temos Kiyomi Vella, Danni Hodson e o roubado Michael Stangel.

Fico por aqui, mas segura a onda que já volto no pulo para falar do épico último dia das "Battles".

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2 comentários

  1. Chris Sheehy e Danny Ross... não é justo ter que escolher...
    batalha no nivel de entretenimento da de Bill Downs e Max Milner no The Voice UK passado...

    não tem como não amar Ben Goldstein... mas Mitchell Steele é demais... mesmo gripado... não merecia sair... unfair...
    que versão de Give Me Love.. vou ouvir mil vezes...

    duas batalhas que ninguem merecia ser eliminado...

    enquanto no the voice US a gente fica chatiado pq fica gente ruim e sai gente boa... aqui no the voice AU quem fica e quem sai é mto bom... chateia mais ainda...

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  2. Tô aqui indignado com as escolhas dos "coaches" da versão americana ontem à noite, cada cagada... Aff, é bem por isso que a audiência tá começando a cair...

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