The Voice AU 2x20: Live Finals Part1

sábado, maio 25, 2013


Agora Ao Vivo e Muito Mais Exuberante!

Começou a semana de apresentações ao vivo no The Voice Austrália, e a satisfação não poderia ser maior. Com a falta de tempo tive que me ausentar por duas semanas, mas dada a urgência de apresentações ao vivo, cá estamos nós de volta. E vamos direto para essa semana que só nos trouxe alegrias e ótimos momentos assistindo o programa. É incrível, mas assistindo essa temporada da franquia australiana, não tenho a mesma impressão que nas outras, de que alguns candidatos estão ali só para fazer coro, como se estivessem num karaokê. Muito pelo contrário, o que vejo são dezesseis artistas completos que mereceram estar ali, e que a qualquer momento podem hitar um álbum autoral no iTunes como a nossa querida Emma Pask tem feito durante duas semanas.

Os "Live Finals" tiveram apresentações incríveis, grande investimento em produção dos candidatos, ótimas escolhas musicais, e algumas decisões dos coaches surpreendentes. Agora que tudo está ao vivo, o grande desafio é conseguir se destacar semana após semana, e se não conseguir fazer isso meu caro, pode dar adeus a competição, não importa o quão favorito você era no início acabará caindo no esquecimento. A audiência australiana é bem justa e realmente valoriza aqueles que conseguem crescer e se destacar no decorrer da competição, como é o caso de Steve ClisbyKiyomi Vella, essa última já desbancou o favorito de seu time, saiu na frente na corrida pela final, e se bobear daqui a pouco encosta no Top3.


Por falar em #TEAMJOEL a noite começou com aquele que supostamente era o nome mais forte da equipe. Como mais um dos grandes erros que o treinador cometeu ao longo da competição, a escolha musical para Michael Paynter foi a mais questionável da noite, e colocou novamente um pop bagaceiro para ele cantar, mesmo sabendo que da ultima vez que ele tentou isso o cantor flopou no iTines. Resultado, ele continua semana após semana caindo cada vez mais no aplicativo com suas apresentações, e essa semana foi ultrapassado por sua companheira de equipe que teve uma apresentação impecável. Já vimos que o forte do vocalista são mesmos os classicões, e se voltar para esse caminho ele ainda tem chances. Eu não sei porque, mas se fosse o cantor eu não deixaria o meu hamster na mão de Joel não, ele não sabe o que faz. 


Na sequência tivemos a clássica apresentação de Michael Stangel. O "pai de família", como gostam de chamá-lo, é um cara do rock clássico. Parece que Joel Madden já entendeu isso e realmente tem dado ótimas músicas para ele, porém a dessa semana não tinha o mesmo frescor que "Home" que é uma musica mais atual, tem uma levadinha de folk, e explorou muito esse lado "presença" do cantor. Essa semana, depois fui pesquisar, a música era de uma banda australiana classicona dos anos oitenta, e existe toda uma magica em cima de músicas dos 80's que não é simplesmente qualquer interpretação que consegue fazer jus, e a do cantor eu diria que passou longe disso. Acho que só um piano não ajudou, faltou uns synths, uma guitarra no arranjo... Não me entendam mal, a voz dele é ótima, mas sucumbiu à falta do algo a mais


Então era a hora que eu mais aguardava do #TEAMJOEL, a apresentação de Danny Ross. Eu sei que ele é flop, que não consegue desmistificar o seu personagem da mesma forma que Kiyomi, mas eu simplesmente não consigo deixar de amar tudo o que ele faz. Primeiro porque ele ele só canta música foda dos 60's, e é o tipo rock que eu mais amo, segundo que a voz dele é incrível, e por último porque o twist que ele faz nas músicas, seus arranjos, e seu personagem são realmente coisa de outro mundo. E essa semana não poderia ter sido diferente, adoro o som da Steve Miller Band, mas confesso que quando comecei a ouvir aquele reggae no arranjo logo no início estranhei muito, mas depois dele ter colocado aquele assovio no lugar do riff não tinha como não se apaixonar e se entregar a toda a proposta de sensações que o cantor estava propondo. A música já era muito boa, e eu simplesmente amei essa versão, adotei pra a vida!


E para fechar o time com chave de ouro, contamos com todo o brilho e toda a apresentação espetacular de Kiyomi Vella. Confesso que tinha o meu pé atrás com a cantora, mas ela vem me ganhando semana após semana, e sinceramente não teve como não amar essa apresentação dela. Francamente Bjork era uma coisa que eu sempre imaginei a cantora fazendo, só não esperava eu que frente a esse monstro da música, a candidata conseguiria manter forte a sua personalidade, mesmo possuindo um estilo tão similar. E o que vimos foi isso, camadas de Kiyomi Vella, um comprometimento incrível com o personagem, não só no palco, como na música, uns gritinhos acrescentados à canção... Enfim tudo extremamente apaixonante.


Na sequência tivemos o #TEAMSEAL, que apesar de ter o maior número de candidatos da formação original do jogo e o melhor coache, continua saindo muito apagado em uma panorama geral, se comparado aos outros times. Acho que falta aqui o fator "Star Quality" que apenas um deles possui. Quem abriu os trabalhos foi o incrível Mitchell Anderson com sua performance visceral de "Dear Prudence". Acho que nunca vi Beatles ser tão "Woodstock". Foi uma performance linda, envolvente, e realmente não tem como não se encantar com todo o carisma do cantor. Ao invés de explorar o seus altos registros dessa vez o cantor optou por entregar algo mais roco e visceral, e acho que muito por causa disso, houve muita entrega.


Depois tivemos o ótimo Alex Gibson subindo ao palco para cantar ninguém menos que Johnny Cash, sério, as escolhas musicais de Seal essa semana foram fora de série, só lendas, só músicão, como não amar esse coache? E posso dizer que adorei tudo, adorei a ambientação, o cenário balançando, a pegada mais agitadinha do arranjo, e a voz do Alex que sempre achei maravilhosa. Achei bacana ele ter colocado o twist dele, e achei que a escolha musical fez muito bem para ele como artistas, no sentido de se soltar um pouco mais, criar mais confiança, achei que a voz dele estava mais encorpada e mais desafiadora, sem claro perder o toque de fragilidade que tanto amamos. Eu diria que o cantor estava mais preparado dessa vez.


E o que dizer então de Jac Stone? Lembro que sempre vinha me perguntando quando é que essa menina iria desabrochar, porque apesar de sua voz ser muito boa, víamos claramente que ela não dava 100% de si e que havia alguma coisa que travava ela. Seal como ótimo coache que é também percebeu isso, e viu que assim como com Alex Gibson era necessário lapidar o diamante bruto. A escolha musical caiu como uma luva para esse momento de transição da cantora, sinto que pela primeira vez houve uma entrega total. Alanis Morissette é uma cantora que tem um lamento muito forte nas suas canções, que tem letras poderosas e suplicantes, e era tudo o que a cantora precisava mostrar para dizer que ainda merece estar na competição. Não sei não, mas depois dessa performance ela tem grandes chances de chegar no Top12.


E então chegou a vez da performance dele, que era aguardada por dez entre dez espectadores do The Voice. E a abordagem dessa vez foi um pouco diferente, nunca havia passado pela minha cabeça o menino cantando Elvis Presley. Mas Seal do alto de toda a sua sabedoria de treinador e estrategista lançou a proposta de fazer algo que diferenciasse o cantor, para não deixar o público entediado. E é como se Harrison Craig abraçasse com toda vontade do mundo as instruções e de-se 100% de si. Aliás essa é uma qualidade muito boa do cantor, semana após semana ele vem e nos ganha novamente, como se não tivesse tempo ruim, e estivesse sempre disposto a dar o melhor de si. Como era de se esperar hitou no iTunes com sua versão comportada de Elvis, e seu espaço só tem feito aumentar em nossos corações.


Delta Goodrem resolveu começar com o seu candidato menos popular, depois de ter conseguido ser aprovado pela treinadora perante Ben Goldstein semana passada, o cantor se encontra em uma situação bem difícil na competição. Sua defasagem em popularidade em relação aos seus colegas de time é gritante, e é difícil visualizar ele chegando ao Top12 se não fosse com a ajuda da sua coache. A escolha musical eu entendi como um movimento desesperado de Delta para mostrar um outro lado do cantor, na esperança de que o público se apaixonasse por ele da mesma forma que gosta dos seus outros três pupilos. E não funcionou, em um momento que pedia para o cantor ser mais vulnerável, ele não conseguiu, continuou sendo forte, não só em seu vocal como em sua presença de palco, e não entregou o que queríamos ver dele.


Depois eu confesso ter sentido um certo desinteresse da coache em relação à Celia Pavey, pelo fato de tê-la jogado para o meio das apresentações, quando deveria ter sido a primeira ou a última. Fora isso acho que a apresentação da cantora foi sólida, pela primeira vez eu vi ela saindo da caixinha e se mostrando mais multifacetada. Em um momento de crescimento dentro da competição, a cantora se mostrou mais madura, conseguiu entregar a proposta da musica, sem perder todo o encanto de sua peculiaridade vocal e de seus falsetes. Uma coisa que preciso destacar nesse momento da competição, é que com o crescimento muito expressivo de Luke Kennedy, a cantora vem perdendo um pouco de espaço na briga com os grandes na competição, e acho que precisa ser sacada alguma carta na manga para dar um sobre gás para ela agora.


Jackie Sannia foi um dos grandes pontos de interrogação da noite, apesar to #TEAMDELTA ter estado como um todo um pouco abatido, a escolha musical dela foi a com a qual eu mais me debati. Juro que tentei comprar a proposta de Delta, que queria que ela cantasse "música de gente grande" que saísse fora da sua casinha de timidez, beleza, mas Demi Lovato? Porra! Não tinha nada melhor para escolher não? Juro que tentei acompanhar toda a performance nessa vibe, de que agora ela era uma mulher, que estava poderosa no palco, que sua voz tinha crescido. Apesar de ter sido bem bacana o resultado, e da voz da cantora ser muito boa em qualquer situação, sinto que não fiquei convencido, alguma coisa continuou a me incomodar.


Steve Clisby fechou os trabalhos no #TEAMDELTA com mais um classicão soul, "Just The Two Of Us" era uma música que via ele facilmente fazendo, e o fato de Delta ter comentado sobre o dueto deles na grande final me deixou muito feliz, pois ainda nutro essa esperança. O veterano vem demarcado muito bem o seu espaço dentro da competição assim como Celia, e tomam a dianteira da mesma, conseguindo passar muito bem para o público quais são os seus perfis musicais. Apesar da canção ter tudo a ver com o cantor, não acho que ele ficou no basicão não, muito pelo contrário, é a primeira vez que vejo Steve sair de sua zona de conforto e atingir fortemente notas altas, sem fazer firulas ou demonstrar insegurança. Gostei muito.


O último time à subir no palco foi o mais forte deles, e o que eu considero mais empatado, afinal, apesar de toda cagada que fez durante as eliminatórias, Rick Martin ainda conseguiu chegar na última fase da competição com um time de apenas "four chair turned". Quem assumiu a posição e se apresentou primeiro foi Simon Meli, e a música escolhida foi "Sympathy For The Devil". Ai você diz, eu já sabia! Essa música é realmente a cara dele, tem tudo a ver com ele, e nesse momento do jogo, estando em um time tão forte como o dele, é muito importante apresentar algo com o que você se identifique para conseguir convencer o público. E pelo visto deu certo, ele não flopou como o de costume no iTunes, e acho que veremos nosso "White Dude Dancer" no Top12 semana quem vem. Ps.: gostei muito do detalhe dos chocalhinhos.


Na sequência tivemos a desastrosa apresentação de Caterina Flop Torres, e eu não poderia estar mais feliz do que isso, ficava daqui agorando ela o tempo todo, para ver a hora que ela iria tropeçar no próprio pé, ou que Rick iria cagar e escolher uma música em que a cantora atirasse no próprio pé. E foi o que aconteceu, a escolha da música de Jennifer Lopez, não só não conseguiu explorar o poderoso vocal que é o forte da cantora, como também deixou bem claro que o lugar dela não é como dançarina sedutora. A cantora já costuma ser flop semana após semana, salvo nos "Showdowns", e só está aqui porque o seu treinador quis (Rick claramente gongou Imogen Brough, para levar sua queridinha à frente na competição, e semana passada me fez o despautério de salvá-la ao invéz de Emma Pask), mas essa semana nem o treinador pode fazer vista grossa ao fiasco que foi sua apresentação. Acho que essa aí vai tarde.


Chegou então a hora de toda a beleza e majestosidade de Miss Murphy. Quando eu ouvi a sentença Beyoncé falei pronto, mais um candidato que Rick Martin vai detonar. Tive muito medo até a apresentação começar de fato, mas no fim das contas deu tudo certo, e parece que a cantora soube trabalhar muito bem com a mudança de perfil exigida pelo seu treinador essa semana. Era hora de pisar fora da casinha não se tratava mais de um clássico, mas sim de um R&B, então o monstro que já era Miss Murphy no palco tinha que crescer mais ainda e contagiá-lo por inteiro. E foi isso que ela fez, a dor a força que conseguimos enxergar na sua versão foi coisa de outro mundo. Como eu amo essa mulher!


E como o grande pimp spot da noite, claro, ele que foi o primeiro candidato a conseguir fazer a mesma proeza que Karise Eden, o ano passado, e hitar o primeiro lugar no iTunes, o único e absoluto Luke Kennedy. A mudança essa semana foi radical! Deu certo? Deu! Gostei muito. Porém acho que só evidenciou uma coisa: existe um cantor na competição que faz essa transição entre o pop e ópera muito melhor do que ele. O cantor sem dúvidas é um dos grandes, mas se quiser continuar traçando esse caminho de transição de estilo musical vai ter que fazer muito mais para conseguir derrotar o monstro que é Harrison Craig. Gostei da apresentação, achei bacana ele sair da zona de conforto, apesar de adorá-la, mas é aquilo que eu disse, vai ter que trazer o A-Game se quiser fazer melhor que o seu concorrente direto!


No mais é isso meus caros, acho que foi uma grande noite, os candidatos conseguiram ir bem melhor que nos "Showdowns", que eu tinha achado um pouco fraco (fora #TEAMRICK). Vimos grandes nomes carimbarem seu passaporte para a grande final, e novamente Joel Madden tomando algumas decisões que podemos considerar um pouco duvidosas. Desafiando o Top3 da competição temos cantores como Kiyomi Vella e Steve Clisby que tem crescido muito na competição, e ainda temos Miss Murphy correndo por fora. Vamos ver logo como que os times ficaram para a próxima fase dos "Live Finals".

#TEAMJOEL continua como o mais fraco da competição, o único que não tem um grande nome. E parece que o treinador desistiu mesmo de fazer de  Michael Paynter o front-runner de sua equipe. O investimento agora cai todo sobre Kiyomi Vella que vem se destacando bastante, e tenho certeza que estará na semana que vem. O livramento de Danny Ross pode não ter sido muito justo, mas eu gostei bastante, porque ele é um dos meus queridinhos na competição, e não me canso de ver mais e mais dele. A briga então do voto popular fica entre os dois Michaels, e não consigo prever quem irá sair.

#TEAMDELTA foi fraco essa semana, achei que ficou um pouco ofuscado pelas escolhas musicais, mas Celia Pavey continua firme e forte liderando a equipe. Qualquer nome que não fosse Tim Morrison seria justo do salvamento de Delta Goodrem, e achei bacana ela defender Steve Clisby desse jeito, realmente acho que ele foi o melhor da equipe na noite e mereceu o carinho da treinadora. Quem completa o time para semana que vem é Jackie Sannia, que vai ter que fazer melhor do que isso se quiser ir à frente.

#TEAMSEAL tem apenas um grande nome, é Harrison Craig! Ele é o finalista da equipe sem erro. Entre os outros três a coisa realmente fica bem empatada. Gostei de Seal ter salvo Alex Gibson, afinal é o meu favorito. A briga pela última vaga no time para semana que vem vai ser boa entre Mitchell Anderson (que perdeu todo o seu favoritismo) e Jac Stone (que teve uma apresentação muito boa).

#TEAMRICK parece ter o panorama bem definido para semana que vem, assim como a equipe de Delta. Depois do grande flop que foi a apresentação de Caterine Torres, o coache preferiu não salvá-la de novo para não ser novamente criticado. Aliás, ele preferiu não mexer em nada, salvou o seu candidato favorito, Luke Kennedy, e deixou o balaio entre os outros três para o público escolher. Apesar disso eu ainda acho que é bem certo que os cantores que voltarão a se apresentar semana que vem serão Miss Murphy e Simon Meli.

Acho que é isso, as regras essa temporada do The Voice Austrália, estão bem obscuras, então não sei dizer muito bem como funcionará amanhã. Até lá voltaremos para comentar tudo o que se passou na segunda semana de apresentações ao vivo. Nesse ritmo, The Voice AU será o primeiro a acabar. Ate lá!

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8 comentários

  1. "...Eu não sei porque, mas se fosse o cantor eu não deixaria o meu hamster na mão de Joel não, ele não sabe o que faz..." KKKKKK GENIUS!!!

    Falando sério agora, o The Voice está sendo um furacão e uma sambada na cara dos primos mais conhecidos e, como tudo que é bom dura pouco, está acabando. Estou com vontade de assistir a primeira temporada (que não assisti porque ainda não entendia muito bem inglês). Só que já sabendo quem é o campeão e seu favoritismo desde o começo, tenho preguiça.
    Assim como a história de pimparem Harrison, ele não me desce, podem me crucificar, mas acho que é montagem do programa aquela história dele e de sua família. Cara, eu olho, e nem o irmão se parece com ele, nem com a mãe, que também não se parece com ele. Devo estar querendo Celia na final de qualquer jeito pra pensar desse jeito, mas é o que eu penso. Luke é a Judith dessa versão, não pelo favoritismo, mas por ser profissional há muito tempo. Tem uns vídeos dele no youtube, ele canta até rock, e participou de musicais. Minha grata surpresa é (copiando e colando o nome dela aqui) Kiyomi, que tinha gostado desde a audição, pela voz e por ser engenheira com pretensões musicais (eu estudo engenharia, gostei dela só por isso, kkkk). Pensei que seria ótimo ter ela no programa por mais tempo, e achei que sairia logo, porém, ela continua e não foi ótimo isso ter acontecido. Foi maravilhoso.
    Por mim saíam:
    Michael Paynter (por estragar, junto com seu coach, uma música de Bruno Mars) do team Joel;
    Tim Morrison (que infelizmente não deu certo, e por isso espero que consiga algum sucesso com sua banda e não tente carreira solo) do team Delta;
    Alex do team Seal (ele já mostrou o que tinha, mas como já foi escolhido, fico dividido com quem sai dos outros dois), ou Harrison (esperava que enjoassem dele, mas como o programa já vai acabar, ele vai ganhar);
    No team Rick está muito parecido o nível dos candidatos, mas eu torço para Caterina sair só por causa da Emma.

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    1. Acho que vc não enxerga bem Harrison tem os olhos da mãe é que filho tem a obrigação de ser igual aos pais ?musicalmente falando ele é o melhor.Não fale besteira .

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  2. Ficou enorme isso, então entendo se desistirem de ler na metade, kkkkk

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  3. hahaha cometario na mesma proporção da review ué rsrs veja a primeira temporada é mt boa e bem mais crua toh gostando de kiyomi tbm quero ver aonde isso vai dar... Pare de gongar o menino Harrison! E Alex é ótimo! Que bom q Seal salvou ele. BTW Jah teve essa música do Mars nas tres versões ou ninguém fez jus ou a música é ruim msm... nunca me dei o trabalho de ver a versão dele.

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  4. Precisa ver pra poder comparar, agora pensando bem só Candice fez uma versão aceitável de When I Was Your Man. O resto só tentou emplacar regravação no Itunes e acredito que todos se deram mal. E essa música do Michael deveria ter sido escolhida talvez pra Caterina, que tem esse alto astral, ou nem cantada mais. As músicas de Bruno Mars (eu gosto de várias que ele canta, só pra constar) já estão me enchendo o saco com todo mundo tentando emplacar e só fazendo feio. A versão mais cool foi Jessica Childres em sua blind audition, com Marry You, o restante foi tentativas estranhas.

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  5. Nossa! Enfim vc reapareceu! Estava esperando sua review !

    Esse The Voice Au é bem melhor q os outros! E tbm estou com o Messinho ,

    com vontade de assistir à primeira temporada.

    Eu gosto do Harrison, mas tbm nao curto muito isso de pimparem ele a todo momento.
    E acho q o Luke deu uma crescida , como os dois são meio de estilos parecidos, não sei quem iria estar na final .

    Mas o que me agrada no The Voice AU , são as vozes e estilos bem diferentes com que nos presenteiam . Tem o Alex Gibson com aquela voz tão límpida e fragil , a Kiyomi que cada vez mais me surpreende com a sua presença de palco, tão original, o Danny que
    cada vez mais cresce , a Celia com aquele falsete incrível , e o meu favorito ,
    o Mr. Clisby , que talento! Agradeço a Delta ter guardado muito bem o seu save nas
    disputas, pois cada vez ele tem nos brindado com interpretações incríveis.

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