The Voice AU 3x07: The Blinds Part 7

sábado, maio 31, 2014


A panelinha mais divertida da história do The Voice Austrália.

É oficial! Já amo o novo painel do The Voice Austrália! E arrisco até dizer, sem medo de ser apedrejado, que é a dinâmica mais bacana de toda a história do programa. Apesar de Will.I.Am. ser meio destacado no The Voice UK, nem de longe ele chega a ser esse alfa, como Seal e Rick, que rouba todos os participantes com o seu discurso convincente e seu olhar penetrante. E esse ano, ele teve que dividir muitas das atenções por lá com Kylie Minogue, criando assim um vínculo entre os dois antes de gravarem as Blind Auditions do The Voice Australiano. O que eu não podia imaginar é que a dupla encaixaria como uma luva com Joel Madden no painel, as interações fofas dele com Kylie, as palhaçadas dele com Will, é tudo muito divertido de assistir, parece aquela gangue que finalmente se achou, tem várias coisas em comum, e vivem pentelhando uns aos outros... Sem contar que ele e Will parecem Best Friends Chapados Forever. Muito foda!

Querendo ou não, a panelinha acabou antagonizando Rick Martin novamente, que a essa altura do jogo volta a ser o grande nome a ser batido na competição. Apesar de ter arrematado apenas um participante neste episódio, Rick vem consolidando o time mais pop e mais cool, digamos assim, da competição. O que é uma grande frustração para Will.I.Am. que está acostumado a garimpar exatamente este tipo de candidato. #TEAMRICK não está aquela potência que estava o ano passado, até porque a temporada não o permite, mas com a quantidade de coisas excêntricas que o povoam, ótimas surpresas ainda estão para sair dele.


Apesar de Divalicious ter aberto a noite, o primeiro a ter cadeiras viradas foi mesmo John Lingard e seu ótimo ukulele. Como Will.I.Am. mesmo disse, a voz do cantor não tem nada de extraordinária, mas ele tem aquela coisa que encanta quem ouve, o tom macio de voz, os falsetesinhos que ele ia fazendo no decorrer da canção, as voltinhas... Tudo muito bonitinho e combina perfeitamente com o tipo de personagem que ele encarnou para o seu artista. Achei muito bacana também ele, dentre todas as canções com ukulele do universo, ter escolhido uma de um compositor australiano. Entre as três opções que ele tinha, para mim ele escolheu o treinador que era menos o perfil do seu trabalho, aguardarei para ver o que irá sair dessa união.


Quem subiu ao palco na sequência foi Tasha Amoroso. E não consegui entender qual foi a do frisson dos treinadores em torno da cantora. Ela fez uma versão bem meia boca de "Ho Hey", até Andrea Begley faz melhor do que ela, sem dar nenhuma ênfase aos pontos mais marcantes da música, e ainda digo mais, além de ofegante ela desafinou várias vezes nos baixos registros da canção. Não teve nada de mais para ser uma 4Chair, e como acho que Will.I.Am. não dá muito valor a isso, ela não deve ir muito longe na competição.


A próxima a virar cadeiras foi a cantora de nome difícil, Thando Sikwila. Apesar de ter sido bem linear em sua apresentação, sem incrementar muitos elementos em uma música em que se pode abusar deles, achei bem razoável a apresentação dela. Na hora do mercy, ela fez os seus runs, já para deixar bem claro que é do soul, e ainda fez uns falsetes bem bacanas no refrão. Na hora de escolher o treinador, Kylie e Joel continuaram brincando de virar junto, mas acho que a cantora fez a escolha mais acertada em ir com a treinadora. Já vi Kylie Minogue treinar esse estilo musical no The Voice UK, e bons resultados aparecerem.


Se era para ganhar um embate contra Kylie Minogue, é claro que Joel Madden acabaria levando o candidato mais fraco para casa, é de lei, sempre que ele ganha um cantor de alguém, a procedência é super questionável. E com Annabelle Eve não foi diferente. Preciso confessar que achei bem estranha a versão que a cantora fez da música de Katy Perry, não sei se foi a voz dela que não combinou com o estilo da música... Enfin, apresentação à parte, achei o tom dela bem intrigante e como Joel Madden disse tem um que de country no vibrato dela, e ficará bacana ela duelando contra as outras cantoras desse estilo do time de Joel.


The Voice Austrália, como sempre, sendo o programa mais interessante da franquia, resolveu investir mais uma vez em uma Blind Blind Audition. Dessa vez não tão interessante quanto a primeira, ouvimos a cantora Sarah Hamad subir ao palco e entregar a sua performance de "Good Luck" que não chega nem aos pés da de Juliane di Sisto no ano passado, acho que foi até por isso que Rick Martin não virou. Para mim precisa de uma voz cheia para cantar essa música, e a cantora se limitou em ficar gritando durante a canção. Apesar de Will.I.Am. ter virado nos 45 do segundo tempo, não vejo muito futuro para ela no programa.


Apesar de seu jeito todo descolado e carisma, Peter White fez uma das performances mais questionáveis da noite. Visivelmente nervoso, o cantor começou totalmente fora do tom e teve que ir se recuperando a medida em que a canção foi crescendo. Quando chegou na parte cheia da música, realmente vimos que o cantor tem uma voz bacana e de muito bom gosto, porém será que compensou o fiasco que ele fez no início? Bem para os treinadores acho que sim, já que ele virou três cadeiras. O participante acabou indo para o time que está mais a sua cara. #TEAMRICK é a cara dos hipsters essa temporada.

No mais é isso meus caros, gostei muito desse sétimo episódio, não só pelos candidatos, mas também porque ele foi bem focado em Kelly Minogue e Joel Madden e no bromance que está rolando entre eles. Aquela cena deles com Will.I.Am. no final também, imitando Rick Martin, foi uma das coisas mais sensacionais e divertidas que eu já vi nesse programa. Acho que finalmente a dinâmica entre os treinadores deslanchou, e a temporada só tem a crescer com isso. Até a próxima review!

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