The Voice AU 3x09: The Blinds Part 9

sábado, maio 31, 2014


O The Voice? O The Voice é uma caixinha de surpresas! (a.k.a. Heavy Trip!)

Olha, dá gosto de acompanhar um programa tão original como o The Voice Australia. Em que outro programa da franquia seriamos surpreendidos por tais façanhas? Só mesmo Darren McMullen e cia para conseguir nos acompanhar nessa intensa Heavy Trip. É ópera, é teatro, é gente foda no piano, parece que quanto mais o funil vai apertando, mais gente boa vai aparecendo. Sensacional! E quando você acha que já viu de tudo, que a edição já usou de todos os artifícios para te entreter, eles vem e deixam claro que as Blind Auditions podem estar acabando, mas a emoção está apenas começando.Incrível!

O penúltimo episódio das Blind Auditions, foi extremamente bipolar, e nos levou do ódio ao amor em fração de segundos. Com o jogo acabando e os espaços reduzindo nos times, vimos os treinadores fazendo algumas escolhas bem equivocadas, principalmente Joel Madden, mas como a edição não segue a ordem exata de apresentações, não podemos afirmar que a história foi bem assim. O fato é que vimos ótimos candidatos, que realmente mereciam seu espaço na competição, cederem seus lugares à duas meninas que começaram a cantar ontem, que não chegavam nem aos seus pés. Sem mais delongas, vamos comentar caso a caso.


Quem abriu a noite foi o ótimo Brodi Owen, mas como Joel Madden estava decidido a garimpar apenas mulheres para o seu time, o cantor não viu um lugar ao sol na competição, e nos encaminhamos para a segunda candidata. Laura-Leigh Smith tem uma voz muito boa, sem dúvidas, mas não sei se foi pelo nervosismo, ela tropeçou várias vezes durante a canção. Tem que ter voz e garra para cantar Christina Aguilera, e a menina me pareceu bem titubeante na maioria do tempo. Ainda assim, vendo tudo o que ela fez, Joel Madden resolveu dar uma chance a ela no final pelo conjunto da obra, coisa que ele não fez com cantores muito mais interessantes que passaram por lá nessa noite, e que me revoltou profundamente.


Na sequência vimos Jackson Thomas subir ao palco para fazer a sua versão, no mínimo estranha, de "Royals". Como ele mesmo disse, nunca vi outro homem performando essa música, mas ele não precisava despirocar na experimentação. Dava para perceber que ele teve umas ideias bem legais de arranjo para a música, mas ele poderia ter dado uma reduzida na empolgação e usado apenas algumas delas. E o que foi aquela atitude no final, menosprezando porque apenas Kylie Minogue tinha virado para ele? Não curti! Sem contar que ele foi super apático com os treinadores, igual a menina surfista que cantou antes dele.


Mas as bizarrices não pararam por ai, e ao invés de virarem para os verdadeiros profissionais que se apresentaram, os treinadores se deixavam atrair pela primeira coisa estranha que ouviam. Mais ou menos nessa vibe Courtney Hale apresentou a sua versão meio tango, meio teatro, meio louca de "Toxic", e conseguiu virar não só a cadeira de Joel Madden, mas também a de Kylie Minogue. A cantora é um festival de personalidade, não só na sua voz que é bem marcante, mas também na sua atitude, por vezes bem exagerada. Achei ela muito estranha, parece uma bomba ambulante, e estou torcendo para ela sair logo.


Para salvar a noite e fechar com chave de ouro o #TEAMRICK, fomos apresentados ao incrível, maravilhoso e talentoso Matthew Garwood. Temporada passada eu me apaixonei por muita gente, mas nessa como o nível está mais fraco ainda não tinha me encantado mesmo por nenhum participante, até agora. Como pode ser tão irônico? Todo mundo ficou de queixo caído, ele é apenas o It Boy da temporada, todos irão comentar sobre ele por um bom tempo. Ironias à parte, voz hein? E o drama? Porque ele acha que tem o direito de se tatuar todo, subir no palco e cantar O Fantasma da Ópera tão divinamente? Queria muito que ele fosse até o final, pena que o estranho do Luke Kennedy já estragou toda a brincadeira, fazendo isso na temporada passada. Aliás preciso dizer que os quatro cantores sopranos que Rick Martin escolheu essa temporada, dão de dez à zero no loirinho runner-up do ano passado.

No mais é isso, foi um episódio ruim? Foi! Mas esqueci de tudo quando fui presenteado com esse final tão perfeito. Devo confessar, contudo, que teria me feito muito feliz se Joel Madden tivesse virado para qualquer outro candidato ao invés dessa duas ninfetinhas. Azar o dele que finalmente, depois de três temporadas, estava criando um time super sólido e conseguiu cagar nos quarenta e cinco do segundo tempo.

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