The Voice AU 3x13: The Battles Part 3

sábado, maio 31, 2014


Viva a musicalidade australiana!

Sempre fui apaixonado pela música australiana, quando completei quinze anos e comprei o meu primeiro álbum do Jet, eu sabia que daquele país viriam muitos dos meus cantores favoritos, isso porque naquela época ainda não tinha realizado a importância do AC/DC na minha vida. Desde então, conheci muita coisa interessante, que me encantou sobre os tipos de músicos locais, que podem cantar até os mesmos estilos musicais que você vê espalhado pelo resto do mundo, mas sempre com uma personalidade muito intrínseca deles. Nesses três anos de The Voice Australia, nunca presenciei um foco tão grande na musicalidade aussie como atualmente. Músicos, instrumentistas, cantores de ópera, duplas com cara australiana. E nunca um treinador, que não fosse australiano, deu tanta ênfase aos tipos locais quanto Will.I.Am., o encanto dele estava evidente quando salvou Gabriel & Cecillia e agora mais uma vez levando ZK adiante na competição.

A noite de ontem do The Voice AU, foi bem desequilibrada, com altos e baixos, vimos grandes duelos se formarem no palco, ao mesmo tempo que grandes nomes foram injustiçados e deixaram a competição. Não posso deixar passar, preciso levantar minha bandeira de protesto novamente contra Joel Madden. Por que cagar tanto? Qual é a necessidade? Na temporada em que o time dele ficou melhorzinho, que ele conseguiu a credibilidade de muitos músicos, o cantor me vai e acaba com a única chance real dele ganhar a competição. Sério, eu não consigo entender. #TEAMRICK continua tendo todas as suas batalhas exibidas, Will.I.Am. fez um ótimo pareamento e Kylie Minogue continua sendo a mais sensata em suas escolhas musicais, steals e aprovações, até agora na competição. E como no The Voice AU não tem Knockouts, não tem como ela cagar nos quarenta e cinco do segundo tempo, como ela fez no programa britânico.


#TEAMKELLY abriu a noite com uma das batalhas mais fracas, se não a mais fraca de todas. Como seus outros candidatos masculinos tinham perfis bem específicos, sobrou para John Lingard e Tom Oliver se enfrentarem, mesmo que não tivessem muito a ver um com o outro. A treinadora tentou achar um meio termo entre os estilos musicais dos cantores e os colocou para duelarem ao som de OneRepublic. Ficou tudo bem sem graça. Musicalmente falando, enquanto John não achava o tom da música  de jeito nenhum, a voz de Tom me irritou a apresentação inteira. E a presença de palco dos dois deixou bastante a desejar. Juntamente com Joel e Kylie, eu também acho que John era o candidato com mais potencial. Boa escolha!


A segunda batalha da noite sem dúvidas foi a melhor. Pela segunda temporada seguida, não importa o quanto Rick Martin cague em seus treinamentos, ele possui cantores muito bons em seu time, e ele meio que acaba sendo uma própria peneira em seu time. Afinal, bom todo mundo é, mas quem aguenta a pressão? Lionel Cole e Sabrina Batshon foram divinos, o tom da voz dela, e as firulas que ele ficava fazendo na segunda voz, era tipo o encaixe perfeito, mas quando ele atingiu o refrão com a voz cheia também foi lindo, e o falsete dele no final? Absurdo! Eu amei Sabrina desde o momento em que ela pisou no palco, e acho que ela tem muito mais cara de #TEAMRICK, mas nessa batalha eu escolheria Cole, ainda bem que no fim das contas ninguém precisou sair. Quero muito ver o que ambos trarão para os Showdowns.


Agora para, e repete continuamente para você... "Não, Joel não fez isso! Não, Joel não fez isso! Não, Joel não fez isso!" Era como se eu estivesse assistindo a versão americana do The Voice. Não sei se Joel Madden não escolheu Harry Healy, porque ele era mais velho... Então porque nas Blinds não deixou ele ir com outro treinador? Eu sinceramente não gosto da gritaria de Frank Lakoudis, mas acho que os dois foram bem na canção. Agora, não podemos negar que é bizarra a qualidade dos vocais de Harry. Como assim ele não foi pra próxima fase da competição? Estou inconformado! Ele teria sido um grande hit. Apenas!


Na segunda batalha da noite do #TEAMRICK achei a escolha musical óbvia porém totalmente errada. Se for pegar pelo histórico dos dois cantores nas Blinds, colocarem eles pra cantar Rhianna seria bem óbvio, mas não sei, essa música não casou com nenhum deles, nem o tom que Rick colocou. É isso que eu falo, ele empurra os cantores, ele não tem a sensibilidade de parar e perceber que tem alguma coisa errada nos ensaios. Os dois cantores são ótimos, mas claramente estavam desconfortáveis no palco, e não era pela tensão sexual. C Major como tem uma presença de palco melhor, acabou disfarçando mais, e aquela nota alta que ele fez no final salvou a apresentação dele. De todos os Steals feitos no jogo, achei esse o mais fraco, mas fiquei feliz por Will.I.Am. ter salvo Carly Yelayotis, acho que ela não foi explorada da forma mais correta.


São pouquíssimas as vezes que vejo Will.I.Am. mudar de opinião durante uma battle. Depois de acompanhar o treinador por três temporadas na versão britânica, sei que quando ele vai com uma carta marcada dificilmente ele muda de opinião. E geralmente ele faz umas disparidades bem óbvias, tipo colocar um 4Chair contra um candidato que apenas ele virou. Só que aqui o diferencial é que Tasha Amoroso foi superestimada em sua blind, e realmente não sei como os treinadores só foram perceber nas Battles que ela desafinava. Enquanto isso do outro lado ZK continuou sendo incrível, pegou uma música com a qual eles não se identificavam, de um gênero que eles não dominavam, colocaram seu spin e suas harmonias, e dominaram a apresentação do começo ao fim. Acho que eles são uns dos artistas mais interessantes dessa temporada tem e muita pinta de finalistas. O Zach é super excêntrico, super a cara de Will.I.Am.


E para fechar, a batalha girl pop da temporada. Apesar de eu ter achado as blinds de ambas cantoras bem qualquer coisa, me surpreendi com a performance delas de ontem. A música com certeza casava muito mais com o estilo de Kat Jade, mas Hayley Jensen em momento algum ficou atrás, mostrando que não tinha apenas voz, mas também uma presença de palco muito boa. Apesar de Hayley ser muito mais polida, tem algo sobre Kat que quero ver mais, acho que ela tem um nicho que pode levá-la longe na competição, sem contar o fato de que ela também atingiu aquela nota alta lindamente. Concordei com a decisão, e não merecia Steal!

A noite não ficou apenas nisso, tivemos Katy Perry aparecendo, fazendo um One a One com as cantoras e sendo super estática, contrastando com as australianas. Tivemos Keith Urban sendo lindo e nos lembrando porque ele era o jurado mais tudo da primeira temporada. Ele também cantou sua musica nova, e foi fofo mostrando para as câmeras do que um real bromance é feito, ao lado de Joel Madden... E é isso, amanhã eu volto para comentar sobre o o último episódio das Battles, que pelo visto foram bem quentes. Vi muita gente xingando no facebook do The Voice Austrália, e não poderia estar mais ansioso pelo episódio. Até!

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